quarta-feira, 7 de agosto de 2013

sobreviver não é para mim! Episodio 3

Eu escuto apenas uma voz ordenando que eu soltasse a mala no chão,algo me dizia que eu conhecia aquela voz de algum lugar. Eu tentei me virar mas a voz ordenou novamente! - joga essa mochila, agora! Tremendo e nervoso, algo me fazia acreditar que era o sujeito que eu havia salvado,tentei puxar na memoria para lembrar se ele tinha algo no bolsos, mas eu não lembrei de nada e se tivesse uma arma qual era a chance de estar carregada?ou ter achado munição? as que sobraram foram todas usadas ou levadas com o resto dos suprimentos. Me ajeitei lentamente e joguei o objeto mais próximo que eu encontrei, um vazo. Sai correndo em direção dele, esperando que tivesse o acertado,e torcendo para que ele não se recompusesse a tempo, ao chegar nele, por sorte o meu palpite estava certo, porem ao me jogar nele eu levei uma coronhada nas minhas costelas ,com muita dor eu machuquei mas consegui derruba-lo, e acabei levando um soco na cara, mas agora era questão de sobrevivência, acabamos lutando mas por sorte eu acabei saindo bem nessa, deixei ele no chão, vasculhei os seus bolsos para pegar qualquer coisa que pudesse me ajudar no memento, achei apenas uma corda e uma convocação, para se apresentar em uma reunião na única doca ainda funcionando na cidade.
Peguei a arma da mão dele e coloquei na mochila, sai para continuar o caminho determinado, mas como sozinho eu não conseguiria nada e sabia que lá dentro eu poderia criar aliados mais fortes, eu segui as instruções,ao passar por uma casa velha me dei conta que era a casa de um antigo amigo de infância,e se a casa continuava  a mesma, atrás teria uma horta com legumes. Já que havia tempo ainda, resolvi parar ali mesmo para tentar comer algo, mas chegando lá só havia legumes comidos por animais devido a fome.
            Na próxima mercearia por curiosidade, resolvi perguntar o que o vendedor queria por meia duzia de munição,ele perguntou o modelo da minha arma e eu não sabia responder,mostrei a ele e ele rapidamente respondeu uma faca ou um quilo de comida. 

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